Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios Telégrafos e Similares do Rio de Janeiro

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Protesto contra Trump reúne milhares de pessoas na Cinelândia

Notícia publicada dia 06/01/2026 13:10

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Sindicatos, movimentos sociais, partidos políticos e estudantes fizeram uma manifestação na tarde do último dia 5, na Cinelândia, Centro do Rio, reunindo milhares de pessoas, em que pediram a libertação de Nicolás Maduro. Os participantes defenderam a autonomia do país vizinho, a busca pela paz e o respeito e solidariedade ao governo e povo venezuelanos.

O ato contra o imperialismo americano, denominado “Fora Trump – Venezuela se respeita!” visa denunciar a política imperialista do presidente americano Donald Trump e a investida criminosa dos Estados Unidos sobre um país soberano para assumir a gestão das reservas de petróleo venezuelano, as maiores do mundo, com mais de 300 bilhões de toneladas de reservas em seu território e costa e depor seu presidente.

“Estamos aqui na Cinelândia, com vários movimentos sindicais, várias forças políticas contrários ao abuso ocorrido na Venezuela pelo presidente Trump, pelo playboy americano, o novo Hitler que está presente no mundo. Estamos aqui, nossa diretoria e esta multidão para repudiar. Se nós legitimarmos isso, o Trump fará isso mundo afora. Isso tem que ter uma resposta do povo mundial. Representantes de Estado têm que fazer uma reunião de Chefes de Estados contra essa posição, demonstrando ser contra essa medida do Trump. A Rede Globo fez um papel ruim porque dentro da Venezuela o povo entende que está sendo assaltado pelo governo note-americano. Legitimar os Estados Unidos dentro da Venezuela é um erro. Quero aqui, como presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios do Estado do Rio de Janeiro, registrar o meu protesto, como cidadão, desse abuso cometido na Venezuela pelo senhor Trump. Nós temos que dar a resposta”, destacou Marcos Sant’aguida, presidente do SINTECT-RJ.

Ataque

Os Estados Unidos (EUA) lançaram no sábado (3) “um ataque de grande escala contra a Venezuela”, que sequestrou Maduro e sua mulher. Horas depois, em uma coletiva de imprensa, o presidente Donald Trump anunciou que os EUA vão governar o país até se concluir uma transição de poder.

Nicolás Maduro, refutou, nesta segunda-feira (5), as acusações de envolvimento com narcoterrorismo, tráfico internacional de drogas e uso de armamento pesado. Durante audiência de custódia, no Tribunal Federal do Distrito Sul de Manhattan, em Nova York, Maduro disse ser inocente, qualificando a si mesmo como um “prisioneiro de guerra”.

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