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III Encontro Nacional de Mulheres da FINDECT

Notícia publicada dia 21/05/2018

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“Lugar de mulher é onde ela quiser”, afirmou Rosemeri Leodoro

Contra o conservadorismo e por equidade, mulheres apoiam candidatura de Manuela D’Ávilla

A análise do atual cenário político do país, a situação da classe trabalhadora, os ataques aos direitos e benefícios históricos e a realidade crítica da ECT, foram temas intensamente discutidos pelas mulheres da categoria, durante o III Encontro Nacional de Mulheres da FINDECT. Com o avanço de setores conservadores na política brasileira, faz-se necessária a urgente mobilização das mulheres contra os retrocessos, por igualdade e direitos.

Com o objetivo de debater e formular acerca das necessidades políticas e trabalhistas, o encontro promoveu diversos debates com especialistas para analisar e orientar sobre o impacto da Reforma Trabalhista para as mulheres, as dificuldades do mercado de trabalho, a luta por equidade de gênero, entre outros pontos importantes da realidade feminina no país e no mundo.

“Precisamos fortalecer a ideia que lugar de mulher é onde ela quiser. Não aceitamos retrocessos que discriminam as mulheres nas empresas, nas relações, muito menos na política. Nosso espaço e respeito foi conquistado por muita luta e muito sangue de nossas companheiras. Hoje, nós vemos os ataque de ideias retrógradas, do preconceito e do fascismo. Nosso principal entendimento é que essa luta será nas urnas, tirando do parlamento o que há de mais atrasado, que arruína nosso país e deixa nosso povo na miséria”, afirmou a sindicalista Rosemeri Leodoro, que compõe a Diretoria de Mulheres da FINDECT.

Durante os dois dias (19 e 20/05) de debates, as trabalhadoras dos Correios discutiram os principais desafios que estão colocados para a categoria, conforme explica Diretora da FINDECT e do SINTECT-RJ, Débora Henrique.

“Esse ano é a hora de quem está realmente sofrendo com perda de direitos, dar o troco para esse governo conservador. Nossa virada será nas urnas, tirando o poder de quem não tem o menor compromisso com a classe trabalhadora. Precisamos ter consciência política e responsabilidade para votar. Estamos sendo exterminados pelos empresários que nos ameaçam com o sucateamento do patrimônio público e a privatização, temos que nos unir para tirá-los do poder e garantir nosso emprego e nossos direitos”, ressaltou.

Após intensas análises e entendendo a necessidade de fortalecer a luta contra o governo golpista de Michel Temer e seus aliados políticos, as mulheres ecetistas, que não abrem mão de seus direitos e espaços de fala, deliberam o apoio à candidatura de Manuela D’Ávilla, à Presidência da República.

“Precisamos dar voz às pessoas que tenham um projeto de rompimento com neoliberalismo. É fundamental apoiarmos e votarmos em quem, de fato, represente os trabalhadores, os excluídos, os pobres e as mulheres. A avaliação que fizemos, é que a Manuela corresponde aos nossos anseios por mudanças e apresenta um projeto político que resguarda e ampara a quem realmente precisa. Por isso, nosso apoio à candidatura dessa mulher, mãe e guerreira foi votado e aprovado, para lutar contra a desigualdade, o preconceito e pela garantia de direitos históricos”, concluiu Rosemeri.

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