Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios Telégrafos e Similares do Rio de Janeiro

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SINTECT-RJ cobra kit de higiene e plano de ação, mas Direção da ECT se cala

Notícia publicada dia 24/03/2020

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ECT se nega a discutir um plano de ação proposto através de vários ofícios encaminhados pelo SINTECT-RJ com reivindicações da categoria e obriga os ecetistas e enfrentarem unidades lotadas, sem itens de higiene e proteção

O Rio de Janeiro se encontra em quarentena, comércio e restaurantes fechados, ruas desertas e o transporte público reduzido, mas os ecetistas continuam nos setores lotados e nas ruas se expondo ao vírus sem a devida prevenção.

Sem os itens de higiene e segurança, os trabalhadores correm risco de contaminação nas unidades pela aglomeração, pela limpeza precária dos ambientes e pelas embalagens das cartas e encomendas.

Nas ruas, manipulam os mesmo objetos potencialmente contaminados e lidam com o público diretamente, assim como no atendimento das agências.

Devido ao confinamento da população, e com as ruas desertas, os carteiros estão enfrentando um aumento nos casos de assaltos e violência, até mesmo nas unidades de trabalho.

E os trabalhadores têm de fazer e enfrentar tudo isso sem uma quantidade de uniformes suficiente para atender as orientações de especialistas, para lavar e trocar de roupa todo dia.

Correios sem Plano de ação e segurança aos trabalhadores e clientes

O SINTECT-RJ exige da direção da ECT negociação imediata de um plano de ação que contenha medidas de segurança e preservação da vida dos trabalhadores dos Correios, tais como:

●Manutenção apenas os serviços extremamente essenciais para a população e para a luta contra o coronavirus tais como: entrega de remédios, vacinas, exames laboratoriais e leite das crianças;

●Garantia de álcool em gel disponibilizado em todas as unidades de forma coletiva e individual;

●Garantia de todos os EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual) aos trabalhadores;

●Garantia de limpeza e higienização permanente dos ambientes de trabalho;

●Negociação imediata de revezamento/alternância no horário de entrada, saída e de refeição, a fim de evitar aglomerações;

●Garantia de contigente máximo diário em cada setor de 30% de trabalhadores, no máximo, para manter o atendimento aos serviços essenciais.

Agora é questão de humanidade, os trabalhadores exigem que a ECT negocie já!

Pela vida do ecetistas e de seus familiares! Pela segurança da população e combate ao coronavírus. Exigimos que a empresa forneça os itens de higiene e segurança!!!

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